Medicina Intensiva

Presidente: Dr. Jean Charles Monteiro Salgado
Vice-Presidente: Dra Tânia Hildebrand Paes Barreto
1o Secretário: Ft. Gabriel Victor Guimarães Rapello
2o Secretário: Dra Renata Brehm de Oliveira Barbosa
1o Tesoureiro: Dr. Carlos Alberto Mota Santos
2o Tesoureiro: Dra Aline Albuquerque de Abreu Mariano
Departamentos
Depto de Enfermagem
Coordenadora: Enfermeira Mariana Picoli da Luz
Depto de Fisioterapia
Coordenador: Fisioterapeuta Rodrigo Garcia Leite
Depto de Nutrição
Coordenadora: Nutricionista Larissa Jeffery Contini
Depto de Odontologia
Coordenadora: Cirurgiã-dentista Juliana Santiago Setti
Depto de Farmácia
Coordenadora: Farmacêutica Elaine de Oliveira Araújo
Depto de Fonoaudiologia
Coordenadora: Fonoaudióloga Carla Emiko Misuzaki Massago
Depto Científico
Coordenadora: Dra Camila Roberta Silva Martins Pereira
Depto de Comunicação
Coordenadora: Dra Nara Alessandra Okamoto Leite
Depto de Mercado de Trabalho e Defesa Profissional
Coordenador: Dr. Odinilson Almeida Fonseca
Representante Associativo AMIB
Dr. Sérgio Félix Pinto

Medicina Intensiva é a especialidade médica que presta suporte avançado de vida a pacientes com desarranjo agudo de alguma função vital.

A Medicina Intensiva é uma especialidade médica dedicada ao suporte à vida ou suporte de sistemas e órgãos em pacientes que estão em estado crítico, que geralmente necessitam de um acompanhamento intensivo e monitorado. Esta especialidade é exercida idealmente por médicos intensivistas com formação específica, embora frequentemente profissionais de outras especialidades como pneumologia e nefrologia atuem como plantonistas em diversas unidades. Os cuidados intensivos geralmente são oferecidos apenas para pacientes cuja condição é potencialmente reversível e tem uma chance de sobreviver com o apoio de terapia intensiva. Posto que os doentes críticos que estão à beira da morte, passarão por uma intervenção na qual o resultado será difícil de prever. Consequentemente, muitos pacientes ainda morrem na UTI. Um pré-requisito para a admissão de uma unidade de cuidados intensivos é que a condição subjacente deste paciente possa ser superada. Portanto, o tratamento intensivo é usado apenas para ganhar tempo para que a aflição aguda possa ser resolvida.

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